EMPRESA DE PROJETOS DE PAISAGISMO,TURISTICO E DE ARQUITETURA. MANUTENÇÃO E INSTALAÇÃO DE JARDINS
ALC E ASSOCIADOS
EMPRESA DE PAISAGISMO E MANUTENÇÃO DE JARDINS
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
QUARESMEIRA...
"Quaresmeira...A flor que anuncia a Páscoa."
A Quaresmeira também é conhecida como cuipeúna, manacá-da-serra, flor-de-maio, flor-da-quaresma, jacatirão-de-capote e pau-de-flor. As espécies de maior ocorrência na Mata Atlântica são a Tibouchina mutabilis e a Tibouchina sellowiana. Nas fotos abaixo, além dessas duas espécies, estão representadas várias outras, entre árvores, arvoretas e arbustos.
É uma espécie pioneira, característica da encosta úmida da Serra do Mar que ocorre do Rio de Janeiro até Santa Catarina. É encontrada quase exclusivamente na mata secundária, chegando, por vezes, a dominar a paisagem e podendo viver de 60 a 70 anos.
Além da importância ecológica, a quaresmeira é muito utilizada na arborização urbana, com fins paisagísticos, devido à beleza de suas flores e por não apresentar raízes agressivas, permitindo seu plantio em diversos espaços, desde isoladas em calçadas, até em pequenos bosques em grandes parques públicos. Seu crescimento é rápido.
Elas têm esse nome porque parte da floração mais intensa é próxima ao período religioso da Quaresma, que vai da quarta-feira de cinzas ao domingo de Páscoa, período de reflexão que antecede a Páscoa para os católicos. Outra coincidência: a cor símbolo da Páscoa é o roxo, mesma tonalidade de cor das flores da quaresmeira.
As flores são solitárias, grandes, vistosas e duráveis. Desabrocham com a cor branca e gradativamente vão se tornando violáceas, passando pelo rosa. Esta particularidade faz com que na mesma planta sejam observadas flores de três cores.
Sua madeira apesar de ser de qualidade inferior é indicada para a construção de vigas, caibros, obra internas, postes, esteios e moirões para lugares secos.
Estresse faz as quaresmeiras florirem...
Na mata original, a quaresmeira pode viver de 60 a 70 anos. Com o estresse da cidade, elas vivem menos de 50 anos e podem florescer três vezes por ano. As maiores vítimas do estresse são as quaresmeiras que se encontram isoladas nas ruas. Os vilões são o monóxido de carbono, produzido pela queima de combustível dos veículos, e o ozônio. A falta de adubação, o pequeno espaço para crescer e expandir suas raízes e as podas drásticas também apressam a morte das quaresmeiras.
Segundo os pesquisadores, as plantas estressadas sabem que terão vida mais curta e produzem mais flores para garantir mais sementes e mais "descendentes". A floração é a forma de perpetuação da espécie. Nas quaresmeiras, as mais velhas vão ficando cada vez mais exuberantes.
A Quaresmeira também é conhecida como cuipeúna, manacá-da-serra, flor-de-maio, flor-da-quaresma, jacatirão-de-capote e pau-de-flor. As espécies de maior ocorrência na Mata Atlântica são a Tibouchina mutabilis e a Tibouchina sellowiana. Nas fotos abaixo, além dessas duas espécies, estão representadas várias outras, entre árvores, arvoretas e arbustos.
É uma espécie pioneira, característica da encosta úmida da Serra do Mar que ocorre do Rio de Janeiro até Santa Catarina. É encontrada quase exclusivamente na mata secundária, chegando, por vezes, a dominar a paisagem e podendo viver de 60 a 70 anos.
Além da importância ecológica, a quaresmeira é muito utilizada na arborização urbana, com fins paisagísticos, devido à beleza de suas flores e por não apresentar raízes agressivas, permitindo seu plantio em diversos espaços, desde isoladas em calçadas, até em pequenos bosques em grandes parques públicos. Seu crescimento é rápido.
Elas têm esse nome porque parte da floração mais intensa é próxima ao período religioso da Quaresma, que vai da quarta-feira de cinzas ao domingo de Páscoa, período de reflexão que antecede a Páscoa para os católicos. Outra coincidência: a cor símbolo da Páscoa é o roxo, mesma tonalidade de cor das flores da quaresmeira.
As flores são solitárias, grandes, vistosas e duráveis. Desabrocham com a cor branca e gradativamente vão se tornando violáceas, passando pelo rosa. Esta particularidade faz com que na mesma planta sejam observadas flores de três cores.
Sua madeira apesar de ser de qualidade inferior é indicada para a construção de vigas, caibros, obra internas, postes, esteios e moirões para lugares secos. Estresse faz as quaresmeiras florirem...
Na mata original, a quaresmeira pode viver de 60 a 70 anos. Com o estresse da cidade, elas vivem menos de 50 anos e podem florescer três vezes por ano. As maiores vítimas do estresse são as quaresmeiras que se encontram isoladas nas ruas. Os vilões são o monóxido de carbono, produzido pela queima de combustível dos veículos, e o ozônio. A falta de adubação, o pequeno espaço para crescer e expandir suas raízes e as podas drásticas também apressam a morte das quaresmeiras.
Segundo os pesquisadores, as plantas estressadas sabem que terão vida mais curta e produzem mais flores para garantir mais sementes e mais "descendentes". A floração é a forma de perpetuação da espécie. Nas quaresmeiras, as mais velhas vão ficando cada vez mais exuberantes.
ANA LÚCIA CALDAS
CONCHA SINTÉTICA...
Achei linda essa concha de fibra sintética, com cor e textura naturais, as fibras sintéticas são leves, tem dobra fácil e são ideais confecção de móveis, cestaria, artesanato e outros produtos.
Esses móveis são laváveis e próprios para ambientes externos, fabricados pela Villa Garden. Ótimos para uma noite romântica ao luar no dia dos namorados.
Esses móveis são laváveis e próprios para ambientes externos, fabricados pela Villa Garden. Ótimos para uma noite romântica ao luar no dia dos namorados.
Ana Caldas
ÁRVORE ARCO-ÍRIS
Árvore arco-íris usada em Paisagismo...
O eucalipto arco-íris (Eucalyptus deglupta) é o único representante da família dos eucaliptos encontrado naturalmente no Hemisfério Norte, em ilhas da Indonésia, Filipinas e Nova Guiné.
O resultado é o tronco multi-colorido do eucalipto arco-íris, que mais parece uma pintura.
O eucalipto arco-íris (Eucalyptus deglupta) é o único representante da família dos eucaliptos encontrado naturalmente no Hemisfério Norte, em ilhas da Indonésia, Filipinas e Nova Guiné.
Atualmente, essa árvore é amplamente cultivada ao redor do mundo onde é empregada principalmente na produção de papel. Entretanto, por causa de suas vistosas listras coloridas, o eucalipto também vem sendo utilizado para fins ornamentais, em projetos de paisagismo.
A casca exterior cai anualmente em diferentes épocas, deixando aparecer o verde claro da parte interior, que vai escurecendo gradualmente resultando em tons de azul, roxo, laranja e marrom até amadurecer completamente.
Ana Lúcia Caldas
(Paisagista, Botânica e Auditora Ambiental)
sábado, 15 de janeiro de 2011
ELEMENTOS DA PAISAGEM:
Elementos da Paisagem:
É o volume ou superfície de um objeto que aparece unificado e se apresenta na superfície do terreno. As características do território que mais interferem na forma são a geomorfologia, a vegetação e os espelhos d'água.
As formas irregulares e as composições de grandes volumes salientes, como morros, tem maior relevância visual e se acentuam com o relevo.
A Linha:
É o caminho natural ou imaginário percebido pelo observador quando existem diferenças bruscas entre os elementos cor, forma e textura. A silhueta da terra contra o céu, a separação dos tipos de vegetação, cursos d'água e caminhos se manifestam como linhas na paisagem.
A Cor:
A combinação de cores é muito importante na construção da paisagem.
É a propriedade de reflexão da luz em uma intensidade e comprimento de onda específica. As cores são definidas por pigmentação (verde, amarelo, lilás, etc), logo se divide em cores quentes ou frios pelos tons (claro, escuro) e brilho (brilhante ou opaco). A combinação das cores na paisagem determina a qualidade estética da mesma.
Ana Caldas
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
OBSERVE ÁS FLORES...
"Observe ás flores; Amanhecem felizes, não têm nenhum tipo de ansiedade, porque não copetem entre si.
Cada uma tem o seu papel e sua importância na beleza da vida.
Vivem em harmonia e por isso constroem um cenário harmonioso e inesquecível."
Ana Caldas
sábado, 6 de novembro de 2010
Maior folha do mundo é registrada em planta da Amazônia ...
Estudos apontam que além de possuir grandes folhas, a planta chamada de Coccoloba realiza o processo de fotossíntese na ausência da luz.
A maior folha sem divisão do mundo, registrada no guiness book em 1997 pertence a uma planta que está na região Amazônica e foi descoberta em 1982 durante a realização de uma expedição cientifica do projeto Flora Amazônica (Inpa – Jardim Botânico de Nova York), nas margens do rio Canumã, afluente do Rio Madeira, no município de Borba, distante 150 quilômetros de Manaus.
O pesquisador botânico, doutor Carlos Alberto Cid Ferreira responsável pela descoberta contou, que outro estudo feito com a planta descobriu que ela realiza fotossíntese (processo pelo qual as plantas transformam água, gás carbônico e outros minerais em compostos em oxigênio), também na ausência de luz.
Cid Ferreira, que trabalha com pesquisas de botânica no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – Inpa, diz que todos os domingos se dirige ao anexo do instituto na zona centro-sul de Manaus, onde plantou cinco mudas da Polygonaceae Coccoloba sp, e recolhe as folhas caídas para estudá-las, analisando o tamanho e suas propriedades.
A planta, segundo do pesquisador, pode chegar a quinze metros de altura e possui um longo caule e as grandes folhas surgem apenas em seu ápice. “Nenhuma literatura cita isso, não havia registros até então dessa planta, em uma das coletas a folha chegou a pesar oitocentos gramas”, comentou Cid, enfatizando que a planta é de madeira e não de palmito, como uma palmeira.
Processo de preservação das folhas
Ao realizar a coleta das grandes folhas, o pesquisador parte para a prensagem e pesagem, e inicia o processo de desidratação, sem evitar danos, como ataque de fungos e insetos. Na desidratação é usado o processo de secagem por resfriamento, onde são necessários 17 dias a uma temperatura constante de doze graus Celsius (12° C) para que as folhas apresente condições adequadas para a montagem em dois quadros de vidros com fundo de madeira com dimensões de 2.60 m x 1.60 m revestido de um tecido branco.
Fotossíntese sem luz
Há dois meses foi feito no instituto um trabalho sobre a fotossíntese da Coccoloba, que identificou que a planta faz fotossíntese também na sombra. O doutor Cid Ferreira comentou que o coordenador da pesquisa afirmou que isso é novidade da ciência e que um artigo científico com o assunto está em fase final para ser publicado na revista científica Nature.
Tipicamente Amazônica
A planta, até hoje, foi encontrada somente na bacia do Rio Madeira. “Não temos registro dessa planta fora dessa área, podemos dizer que ela é endêmica da bacia do Madeira.”, explicou Cid. Ele também falou a Coccoloba é dicotileônea, ou seja, ela não apresenta outra composição que não seja madeira.
Ainda a conhecer
Um grupo de pesquisadores formado por anatomista, fisiologista e ecólogo para descrever melhor a planta encontrada na década de oitenta, mas apenas agora que se está chegando à conclusão de qual espécie ela é pertencente.
Ana Caldas
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
JARDINS SUSPENSOS ...
As varandas e terraços em edifícios têm se mostrado como uma importante extensão do apartamento. Em função da busca constante por uma melhor qualidade de vida, os moradores passaram a cultivar jardins nestes espaços, que além de embelezar, valorizam ainda mais o imóvel.
Ou trabalha-se com o plantio das espécies em vasos;
Ou, ainda, pode-se construir as jardineiras em alvenaria que já existem no local.
O partido se desenvolve sempre a partir do desejo de tornar a varanda uma importante “peça” de decoração e convívio nas salas, ou até mesmo para descanso nos dormitórios, dos apartamentos.
Deve-se lembrar que para o total êxito na intervenção paisagística, é prioritário o estudo atento de fatores como insolação, ação dos ventos (ainda mais quando se trata de varandas), visibilidade, facilidade de manutenção, solo, resultando, portanto, na escolha adequada dos elementos bem como das plantas a serem utilizadas.
Vários materiais podem ser empregados, como cascas de árvores, troncos, correntes, pedras, bancos, ou seja, materiais e acessórios dos mais diversos, tendo uma preocupação estética e funcional (o que gera praticidade) direcionando a escolha das espécies de plantas e dos arranjos a serem adotados.
Custos:
Muitas vezes, o paisagismo se torna supérfluo pela impressão errônea de se tratar de um investimento alto, ao contrário da verdadeira realidade. O custo, geralmente, pode ser facilmente adaptado às condições dos moradores, sempre resultado de um diálogo entre proprietário e o paisagista responsável pelo projeto.
Além disso, é importante ter como objetivo primeiro, que o projeto seja cuidadosamente executado. Desta forma previne-se dores de cabeça futuros, além de gastos desnecessários com consertos e na pior das hipóteses ter que refazer a obra.
Ou trabalha-se com o plantio das espécies em vasos;
Ou, ainda, pode-se construir as jardineiras em alvenaria que já existem no local.
O partido se desenvolve sempre a partir do desejo de tornar a varanda uma importante “peça” de decoração e convívio nas salas, ou até mesmo para descanso nos dormitórios, dos apartamentos.
Deve-se lembrar que para o total êxito na intervenção paisagística, é prioritário o estudo atento de fatores como insolação, ação dos ventos (ainda mais quando se trata de varandas), visibilidade, facilidade de manutenção, solo, resultando, portanto, na escolha adequada dos elementos bem como das plantas a serem utilizadas.
Vários materiais podem ser empregados, como cascas de árvores, troncos, correntes, pedras, bancos, ou seja, materiais e acessórios dos mais diversos, tendo uma preocupação estética e funcional (o que gera praticidade) direcionando a escolha das espécies de plantas e dos arranjos a serem adotados.
Custos:
Muitas vezes, o paisagismo se torna supérfluo pela impressão errônea de se tratar de um investimento alto, ao contrário da verdadeira realidade. O custo, geralmente, pode ser facilmente adaptado às condições dos moradores, sempre resultado de um diálogo entre proprietário e o paisagista responsável pelo projeto.
Além disso, é importante ter como objetivo primeiro, que o projeto seja cuidadosamente executado. Desta forma previne-se dores de cabeça futuros, além de gastos desnecessários com consertos e na pior das hipóteses ter que refazer a obra.
Ana Lúcia Caldas
REGAR AS PLANTAS ...
Regar as plantas é indispensável em todas as épocas do ano. Regar as plantas parece fácil, mas cada espécie requer um cuidado diferente.
O tipo de água, a freqüência e o horário incidirão diretamente no crescimento da planta, na floração e na qualidade dos frutos.
Saiba o que levar em conta na hora de regar cada tipo de planta:
. Água demais (ou de menos) pode comprometer o desenvolvimento e até matar essas criaturas, que enchem a casa de graça e beleza.
Confira algumas dicas para você cuidar bem das suas plantinhas, deixando-as sempre vistosas e saudáveis:
. Antes da rega, afofe a terra com um garfo.
. Se o vaso estiver num local que recebe água da chuva, coloque cascalhos sobre a terra, para que eles funcionem como um filtro contra as impurezas.
. Não regue com a mangueira no modo jato: regule-a para que a água chegue de leve. Quando você usa o jato na terra, ela fica dura ao secar, impedindo a penetração correta da água.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
INVERNOS EXISTENCIAIS
Por mais bela e florida que seja a primavera, o verão sempre pede passagem e traz consigo os dias quentes.
E mesmo que desejemos reter os dias ensolarados e agradáveis, aproxima-se o outono e, como que obedecendo a um chamado superior, instala-se, silencioso e decidido...
Depois de um lindo espetáculo de cores, as folhas caem, vencidas, transformando a paisagem... E o outono também parte...
Soberano, logo aparece o inverno e se faz sentir das mais variadas formas, com seus dias frios e cinzentos.
Passa o tempo e outra vez o espetáculo colorido de folhas e flores anunciam que a primavera está de volta...
E é assim que os ciclos das estações se repetem e trazem oportunidades de aprendizado para todos os seres vivos.
Semelhante às estações, o nosso viver também tem primaveras, verões, outonos e invernos...
Mas nem sempre percebemos as lições que cada estação enseja, e nos desesperamos diante dos dias frios e cinzentos dos invernos existenciais.
A primavera é agradável, não há dúvida. Flores e perfumes tornam nossos dias mais alegres.
No entanto, se as flores surgem na primavera, é no inverno que acumulam as horas de frio necessárias para fazer brotar a gema floral com o choque térmico no início da nova estação.
Sim! Se não fosse o frio não teríamos alguns tipos de flores e frutos.
O frio "quebra" a dormência das gemas que originarão a folhagem e os frutos na primavera, quando folhas e flores enfeitam a paisagem.
É assim que nós também podemos utilizar os invernos existenciais para favorecer a floração das virtudes que embelezam a nossa vida e nos trazem alegria...
Para as plantas, a escassez de umidade, o frio e a baixa luminosidade, ocasionadas pelo inverno, são qual jardineiro que desperta a vida adormecida em sua intimidade.
É assim que árvores e plantas perdem galhos e folhas, mas garantem floradas em todas as primaveras...
Por vezes, os seres humanos também passam pelos invernos existenciais e perdem temporariamente a exuberância. Sentem-se como uma árvore desfolhada, sem flor nem perfume...
Mas que importa se a vida que pulsa, além das aparências, está se preparando para produzir flores mais belas e perfumadas nas primaveras vindouras?
Geralmente são os dias mais difíceis que acordam em nós as sementes adormecidas da esperança...
Não há dúvida de que os dias ensolarados e alegres são encantadores, mas são os dias difíceis que mais desafiam as nossas potencialidades e quebram a concha da nossa acomodação...
O sofrimento que nos fustiga a alma é abençoado aguilhão que nos faz despertar para os valores reais da vida.
Assim, diante dos açoites do inverno, pense nas preciosas lições da natureza.
Observe as árvores desfolhadas, quais esqueletos nus na paisagem cinzenta e sem brilho, mas em pé... Firmes e cheias de esperança.
Suportam os ventos, a chuva, o frio e a falta de luz, mas conservam a seiva da vida na intimidade...
Instintivamente aguardam o retorno da primavera que, com sua brisa morna, vem acariciar as flores e fazê-las frutificar...
Aproveite os dias ensolarados para armazenar o vigor que lhe sustentará nos invernos existenciais...
E quando os dias escuros surgirem na sua vida, não permita que a tristeza lhe roube a esperança de ver surgir, outra vez, a primavera...
Lembre-se que mesmo nos dias nublados, o sol está sempre à espreita, esperando sua vez de brilhar e espalhar vida por sobre toda a natureza...
ANA LÚCIA CALDAS
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